No Markery, cada marca vive em seu espaço com sua equipe

O Markery guarda a marca de um negócio em um espaço próprio, escrita em documentos que as pessoas da equipe leem, assim como o agente que cada uma conecta.

7 min de leituraPor Whilehaus

No Markery, cada marca vive em seu espaço com sua equipe

O Markery guarda a marca de um negócio em um espaço próprio, escrita em documentos que as pessoas da equipe leem, assim como o agente que cada uma conecta.

O Markery já está funcionando e pode ser aberto hoje: o manual de marca da Whilehaus vive dentro dele. Este texto mostra o que há no espaço de uma marca e como ele é usado, da equipe e dos documentos até a estratégia e o agente. O Markery também leva o conteúdo da marca até a publicação, com uma aprovação antes de qualquer coisa sair, e esse percurso tem um texto próprio.

O que o espaço de cada marca guarda

Toda conta do Markery tem um espaço Pessoal e pode criar empresas; os projetos são criados dentro de uma empresa ou do Pessoal, e quem trabalha para clientes pode ter um projeto por cliente. Todo documento, ideia, publicação ou campanha pertence a um espaço, e o que você cria com Novo fica no espaço que está aberto no seletor do topo da tela. O que se escreve para uma marca fica no espaço dela e não se mistura com o de outra.

Na primeira vez que você entra, o Markery pede que você escolha o seu caso: você tem uma empresa, trabalha para clientes ou a marca é você. Depois disso, o espaço abre em um painel que recomenda o próximo passo de acordo com o que você já fez.

A equipe é convidada por e-mail em Membros, nas configurações do espaço. Quem entra recebe um de dez papéis definidos por ofício, como Diretor de Arte, Designer ou Cliente, e esse papel define o acesso a cada um dos quatro módulos do app (o da marca, Marketing, Social e System): nenhum, ver, editar ou administrar. Os arquivos que a equipe envia podem ir para o Drive do próprio espaço, organizados por empresa e por módulo, e os arquivos dos documentos e das publicações aparecem juntos na página Assets. Além disso, a interface está disponível em onze idiomas.

A marca, escrita em documentos com seções

Os documentos nascem de um modelo com seções, e há modelos para o manual de marca, o briefing, o design system, o manual de redes e a identidade sonora, entre outros. Um documento é criado com Novo e preenchido seção por seção, à mão ou com o agente, a quem você pode pedir que traga para o Markery o manual que você já tem em PDF ou que monte um do zero fazendo perguntas a você.

Cada documento e cada seção também levam uma nota para agentes, escrita para eles e não para quem lê o manual. A figura mostra como essas notas vão das seções até o agente conectado.

Cada seção leva uma nota que diz o que ela contém e quando usá-la, e o agente lê essa nota junto com o conteúdo.

Um documento do Markery aberto em coluna, com as seções empilhadas, e da nota para agentes de cada seção sai uma linha até o agente conectado.
Um documento do Markery aberto em coluna, com as seções empilhadas, e da nota para agentes de cada seção sai uma linha até o agente conectado.

O design system entra por três caminhos: importar um que já existe, montá-lo no Markery ou gerá-lo com o agente a partir do prompt que o Markery prepara. Para montá-lo, você escolhe cores, tipografias, espaçamento e raios, e o Markery entrega os tokens, o CSS, um README e uma prancha. Depois, em System, esse design system vira um kit de componentes com a sua especificação.

O que está pronto é travado e compartilhado

Quando um documento fica pronto, ele pode ser travado com o seu cadeado, e a partir daí ninguém reescreve o conteúdo até que alguém o destrave. Quem coloca e tira o cadeado é uma pessoa, e ele trava do mesmo jeito o app e o agente.

Travado ou não, o documento tem um botão Compartilhar, que pergunta primeiro qual versão mostrar e depois quem pode abrir o endereço próprio dele: qualquer pessoa, quem tiver o link privado com a senha, quem souber o PIN de seis dígitos ou só quem já tem acesso.

A estratégia, entre o que se sabe e o que se decide

No Marketing, a estratégia também vive em documentos, em duas camadas: os de pesquisa, como o perfil do negócio, a concorrência ou o público, e os de definição, como o posicionamento, a casa de mensagens ou o plano de canais. A pesquisa guarda fatos, e a definição guarda decisões.

As campanhas têm o seu briefing, as suas peças e os seus números, que uma pessoa ou o agente registra, porque esses números não chegam sozinhos das redes sociais.

O agente que cada pessoa conecta, com as suas permissões

O agente que você já usa se conecta por MCP, em https://markery.whilehaus.net/api/mcp, de duas maneiras: pelo conector, via OAuth e sem colar nada, ou com um token criado à mão. Há guias para vários clientes MCP.

Na tela de autorização, quem conecta escolhe em qual espaço o seu agente trabalha e o que ele pode fazer ali, e ao criar um token as permissões são as mesmas. A figura mostra essas permissões em três grupos.

As permissões ao conectar um agente ao Markery, com a leitura sempre ativa, quatro permissões marcadas e três desligadas, e o cadeado de um documento que barra a escrita que vem do agente.
As permissões ao conectar um agente ao Markery, com a leitura sempre ativa, quatro permissões marcadas e três desligadas, e o cadeado de um documento que barra a escrita que vem do agente.
  • Sempre. O agente lê o que a equipe escreveu: os documentos com as suas notas, a identidade e a voz, o manual de redes, a estratégia e os guias de trabalho de cada etapa.
  • Marcado ao conectar. Ele pode criar e escrever documentos, escrever o manual de redes com as suas ideias e publicações, criar campanhas e registrar métricas, e atualizar o grafo que relaciona os documentos e os projetos do espaço.
  • Desligado de propósito. Ele agenda publicações, atualiza o que já foi publicado ou administra o blog do espaço apenas se quem conecta marcar essas permissões.

O agente de cada pessoa nunca pode mais do que o papel que essa pessoa tem hoje permite, só faz o que foi liberado ao conectá-lo, e um documento travado o barra como barra qualquer um.

O token criado à mão é revogado nas configurações. Quando o titular exclui uma empresa ou um projeto, algo que só ele pode fazer, corta-se tudo o que agia em nome daquele espaço: a fila de publicações, as contas de redes sociais, os agentes e o que estava público.

O Markery não traz modelo próprio: a inteligência vem de quem o usa, com o agente que conecta. O Markery também pode ser usado pela web sem agente, e nesse caso os documentos são preenchidos à mão.


Onde ele entra entre as outras formas de guardar a marca

Cada uma das formas habituais de guardar uma marca resolve a sua parte do trabalho. Por categoria, e de acordo com o levantamento de setembro de 2026, isto é o que cada uma faz bem e o que lhe falta.

  • O PDF e a pasta compartilhada. Já estão prontos, não pedem outra conta, qualquer pessoa abre e conservam o design, mas o agente não os lê se ninguém colar o conteúdo para ele, e ficam desatualizados sem aviso.
  • A pasta de contexto do agente. Um projeto por cliente no chat ou um arquivo de regras no repositório já estão instalados, são flexíveis e não somam outra conta, mas são mantidos e separados por cliente à mão, e o que o agente escreve fica no chat ou no repositório de quem o usou.
  • O portal de marca. Organiza quem aprova o quê, as permissões e os arquivos da marca, compartilha o guia por link e em vários casos já traz um conector para que o agente o leia, mas não agenda nem publica nas redes sociais, nem guarda regras para cada canal.
  • A marca como fonte para agentes. São produtos que partem da mesma ideia do Markery, a marca organizada para que qualquer agente a leia; alguns também deixam o agente escrever e têm cadeados por seção, e outros fazem entrevistas para montar a marca do zero, mas os que foram levantados não agendam nem publicam nas redes sociais.

O Markery é mais uma opção, e serve se a sua marca precisa viver por escrito onde a sua equipe e o agente que você já usa podem lê-la. Serve também se você trabalha com vários clientes que precisam cada um do seu próprio espaço, das suas permissões e dos seus agentes, e se você quer que o que o agente produz volte ao espaço para ser revisado e publicado. Não serve se você procura um produto que escreva sozinho ou que desenhe as peças, se prefere não somar outra conta às que já mantém, se precisa aprovar cada mudança do agente antes que ela seja aplicada ou se quer operar anúncios ou enviar e-mails em sequência.


Um espaço por marca, lido por todos que escrevem para ela.

Experimente o Markery.

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